Arquivo para a categoria 'Entrevistas'

23
fev
10

Entrevista da Marina Silva

A Marina Silva, então senadora, concedeu uma entrevista ao programa Papo de Graça que vocês podem assistir clicando aqui. Na entrevista a Marina fala sobre sua vida pessoal e política. Interessante em muitos aspectos.

25
mai
09

Yo Frankie! Entrevistando MangoJambo!

Yo Frankie! é um jogo simples, mas com gráficos bem desenvolvidos. E um dos seus desenvolvedores é o brasileiro e seguidor do Caminho (claro :P ) Moraes Junior (Mangojambo). Eu iria falar mais sobre esse jogo, mas vou deixar que ele fale por mim. E quem quiser saber  mais é só visitar o site do projeto.

moraes

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02
mai
08

Entrevista :: Kurt Kraut

Recentemente por indicação do LedStyle, conheci “Kurt Kraut” , um internauta assíduo desde 1994. Kurt Kraut começou a utilizar o computador já tendo acesso a internet, e com isso conheceu o IRC, que acabou se tornando um grande vício. Pelo acesso constante a rede de IRC, Kurt acabou participando do quadro de administração geral da (extinta) rede BRASnet. Kurt Kraut atualmente é professor de Biologia e militante pela causa do Software Livre.

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29
abr
08

Entrevista :: Acris

Acris (Ana Cristina), “Professora, pesquisadora de semiótica e fonética no campo das ciências da fala incluindo aí sua tecnologia. Amo a liberdade que a pesquisa científica traz, por isso também me apaixonei pela filosofia do software livre. Desse modo, criei, além do projeto que já trabalhava com Software livre desde 2002, o Texto Livre em 2006. Fui compositora muitos anos, tenho paixão por surf, pela minha família e todos usuários de Linux.” Precisa falar mais alguma coisa? Desfrutem da entrevista, onde Acris fala sobre os principais pontos do Software livre e como é ensinar isto a seus alunos.

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25
abr
08

Entrevista :: Coringão

A seguir você conferi a entrevista que Coringão, um dos criadores do Ubuntu Games e também do IUG, um programaO Coringão é uma figura muito interessante da comunidade Linux/Ubuntu e não há como descreve-lo com poucas palavras. Leia a entrevista e fique sabendo mais sobre ele. feito para simplificar a vida de quem quer instalar jogos no Linux.

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22
abr
08

Entrevista :: André Gondim

Entrevista com Andre Gomdim

André Gondim, nascido em Campina Grande – PB, e agora reside em Porto Alegre – RS. Atualmente é estudante do curso da faculdade SENAC de Análise e Desenvolvimento de Software do último ano. Usa Linux desde 2000, sendo seu uso mais aprofundado nos últimos 3 anos depois de conhecer o Ubuntu. Já usou Slackware, Debian, OpenSuSe, Conectiva, Kurumin, Kalango, Famelix. Entusiasta das traduções, incentivado pelo Og Maciel, se aprofundou mais em 2007 tornando-se Membro Ubuntu.

andre gondim

O que é o Ubuntu e qual a importância dele?

O Ubuntu é um Sistema Operacional ao meu ver perfeito, pois busca privilegiar o Software Livre e sua comunidade bem como facilitar ao máximo a vida de seu usuário. Vejo muita gente dizer que Linux é difícil, mas depois de usar o Ubuntu (Lê-se ú-bûn-tu, se não me engano) acharam muito fácil. O Ubuntu, ao meu ver, tem a facilidade do Debian, contudo, busca incorporar e estar com as novidades sempre que possível. Tem um sistema de lançamento de versão bom e uma proposta de suporte também muito boa. Eu honestamente indico/uso Ubuntu por que gosto e acredito.

O que é o grupo de tradução e qual a importância dele?

O grupo de tradução é algo super interessante para a distribuição. É tornar o Ubuntu ainda mais humano, como é a proposta dele, então várias pessoas de países distintos se juntam em grupos para a tradução do Ubuntu em sua língua pátria. Não necessariamente no mesmo país, afinal o Og foi o cara que me incentivou muito e está no EUA, bem como o André Noel, Fábio Nogueira, muita gente me ajudou e sempre acreditei que no mundo Open-Source é isso, ajudar, aprender, compartilhar.

Qual seu papel no Grupo de Tradução?

Atualmente faço parte da administração, juntamente com o líder Fábio Nogueira os administradores Vladimir Melo e Og Maciel. Meu papel é ajudar a conduzir para uma boa tradução, chamar mais gente, ensinar a usar as ferramentas para tradução. Ter idéias para melhorar todo o processo.

Você participa de alguma outro projeto?
Faço faculdade e pretendo me formar no final do ano, se Deus quiser [risadas].

Quais são os projetos que de alguma forma você está engajado?

Tradução do Ubuntu, que é o meu atual e ao qual pretendo ajudar muito a manter uma equipe boa e engajada.

Aprender python para contribuir além de tradutor, programador.

Fazer especializações em segurança e redes para pleitear emprego na área.

Manter um networking bom para meu lado profissional.

Divulgar, assim que possível uma campanha sobre doação de órgãos

Quais seus projetos próprios/pessoais?
Meu projeto próprio é desenvolver uma ferramente em python (que ainda estou aprendendo) e em seguida rumar os caminhos do aptoncd e ser bem aceito no Ubuntu e ser usado [risadas]. No ramo das traduções continuar a traduzir, e envolver mais gente no processo!

Qual são seus planos futuros?

Continuar com o meu projeto em python, que ainda é secreto, e trabalhar com servidores Linux de preferência!

Então você tem um projeto secreto? O que podemos esperar dele?

Sou suspeito para falar, mas em tudo dando certo, seguindo a filosofia do Ubuntu, facilitar alguns trabalhos que para muito são difíceis e tornar mais amigável um tipo de rotina interessante de fazer, porém, alguns não se atrevem por achar que pode ser difícil.

Qual seu opnião sobre o windows?

O Windows é um produto Microsoft e é um Sistema Operacional (o Maddog disse no FISL 2006 que é a pior distro), não sou xiita, acredito que os dois podem conviver, porém na minha opinião é importante que o usuário saiba o que está usando. Sabendo que o código fechado pode ter muita coisa desagradável, enquanto o aberto por ter um grande número de programadores disponíveis para olhar o código, é difícil por uma malícia, bem como caso haja um erro no programa, o número de voluntários é enorme para código aberto. Um dia desses li algo no Freenode interessante, O Windows abre a Janela o Linux a porta. Você entra por onde?

Para terminarmos nossa entrevista, qual sua palavra final para o leitores?

Não vou falar para usarem Ubuntu, apenas se informem, talvez seja melhor Fedora, Debian, Slackware, cada um atende a uma necessidade, ou mesmo o Windows, mas mensagem boa mesmo é: “faça tudo com Amor”. Trabalhe com o que você gosta, se envolva com quem você gosta e ajude, pois ajudando você se ajuda!

Contato com André Gondim

E-mail: andregondim at ubuntu.com

Este foi nosso bate-bapo com André Gondim, Administrador do Grupo de Traduções do Ubuntu. Para saber mais sobre ele visite seu Web Site.

17
abr
08

Entrevista :: LedStyle

Antônio Ayres (LedStyle) : 23 anos, designer gráfico e web, usuário Linux efetivamente desde 2000.

No trabalho de Design qual é o melhor SO? e Por quê?

No trabalho de designer gráfico (meu caso), Mac OS X, sem dúvida. Porque ele traz toda solidez de sua base Unix, é estável, seguro, e pode rodar tanto ferramentas Open Source (como Inkscape e Gimp) como ferramentas comerciais como toda a suite da Adobe. Já pra designers de produto, acho que o Windows ainda leva vantagem por rodar AutoCad, 3DMax e outros.

É possível montar um Estúdio (gráfico) com Linux?

Sim, é possível. No entanto, a produtividade fica um tanto quanto comprometida. É complicado criar artes para impressão usando Gimp, por exemplo, pois ele não trabalha com a escala CMYK ainda. No caso do Inkscape, ele dá conta do recado para artes menos complexas, mas, embora seja um programa bem pequeno e leve, quando começamos a trabalhar com vetores mais complexos, ele se torna insuportavelmente lento. Na diagramação, o Scribus da conta do recado, mas tem poucas ferramentas em relação aos concorrentes comerciais. No caso de design para web, eu considero o Linux bem resolvido já.

O que vale é a criatividade do designer. Para um bom designer, não importa a ferramenta, seja um Adobe Photoshop CS3 Extended, seja uma parede e um pedaço de carvão, no entanto, a ferramenta aumenta a produtividade absurdamente.

Qual o melhor programa gráfico? E para Linux qual é?

É difícil responder essa pergunta. Não existe o melhor programa gráfico, mas sim o melhor programa gráfico para determinada tarefa. No geral, toda suite da Adobe é melhor, em todos os sentidos. O Photoshop é o melhor software de tratamento de imagens atualmente, e também serve para criar algumas artes em bitmap. O Illustrator, para mim, é o melhor software de ilustração vetorial, e o InDesign o melhor software de diagramação. O conjunto destes 3 softwares é o que faz a vida de qualquer profissional da área gráfica.
É bom citar também o Corel, que embora não seja considerado muito profissional, tem um sistema de saída de impressão bastante evoluído, o que o torna um software indispensável em gráficas rápidas, enquanto os softwares da Adobe casam melhor com gráficas maiores e bureaus.
No Linux, quase todo mundo colocaria o Gimp em primeiro lugar. Embora eu goste bastante do Gimp, vou ficar com o Xara Xtreme, que está sendo portado para Linux gradativamente. Se você gosta de programas de ilustração vetorial, dê uma chance ao Xara Xtreme!

O que falta para o Linux poder ser usado para Design?

Bom, o Linux pode ser usado para design. Criar um ícone de um programa no Inkscape é perfeitamente possível, até um cartaz no Scribus. Mas para ele ser usado efetivamente em agências de publicidade e por profissionais do ramo, o ideal seria justamente a suite da Adobe rodar nele (quase todo mundo usa ele… não vai resolver mandar um arquivo XCF do Gimp em RGB para a gráfica esperando ser atendido…). Muita agente aposta nas alternativas Open Source, como Gimp e Inkscape, e eu sou um deles. No entanto, só quem trabalha na área efetivamente pode ter uma visão bastante clara de como os softwares Open Source para esta área estão atrasados. Trabalhar com Gimp hoje é quase como trabalhar com Photoshop 6, sendo que já estamos no 10 (CS3) que já permite até edição de vídeos e mapeamento 3D. Já no caso do Inkscape a diferença é maior ainda.
Outro detalhe que pesa é o gerenciamento de fontes. Falta um software efetivo para gerenciamento de fontes no Linux, para ativar e desativar fontes e famílias, organizar por coleções, fazer download automatizado de novas fontes, e não precisar reiniciar o X nem o programa em questão toda vez que instalar uma fonte nova.

Se o Mac OS fosse R$ 9,99 o Linux teria vez?

Sim, sem dúvida. Tem muita gente que tenta “converter” novos usuários para o mundo Linux com argumentos como liberdade e preço. Eu costumo dizer que não adianta que um programa seja livre, nem que seja gratuito. A liberdade é linda, e deve ser admirada, mas se o programa não for bom, de que adianta ser livre e gratuito?
Eu uso Linux porque é bom, não porque é livre. Se Linux fosse ruim eu não usaria nem que me pagassem, isso é fato.

Como você vê o mercado de SO hoje?

O Windows ainda domina o mercado, mas acho que esse monopólio está com os anos contados. A Microsoft deu uma grande mancada com seus clientes com o lançamento do Vista, penso eu. Hoje você não encontra mais o Windows XP em loja alguma, só por meios escusos. Ela quer fazer todo mundo engolir Vista goela abaixo, e assim é fácil explicar o sucesso de vendas e a pequena quantidade de consumidores satisfeitos.
O Mac OSX ganhou muito espaço nos últimos anos, principalmente agora no Brasil com a popularização de preços. Tem Mac Mini sendo vendido a R$ 1.499,00 em lojas como Americanas, Fast Shop, Submarino e FNAC. Abriram recentemente 2 Apple Shops (lojas especializadas em produtos da Apple) no Brasil, uma em São Paulo e outra no Rio. Outro fato que ajudou um pouco foi justamente o chamado Hackintosh. É óbvio que a Apple não deve gostar muito da idéia de um OSX rodando em um PC, e é preciso ter alguns conhecimentos de base Unix pra conseguir configurar um Hackintosh em um PC, mas a existência desse sistema está trazendo muitos geeks para o mundo da Apple. Eu noto que o pessoal instala o sistema, usa, e se apaixona. À partir daí é questão de tempo até comprarem um Mac (só no meu MSN, foram 5 pessoas já que passaram por esse processo).
Já na área de Linux, a evolução é simplesmente imensa. Foi-se o tempo em que precisávamos compilar uma série de aparatos para rodar um programa, ou um driver. O Linux está saindo dos computadores de programadores e migrando para computadores desktops. Tem um nome bom, e quase todo mundo que usa Windows já ouviu falar e tem curiosidade de experimentar. Só falta uma propaganda massiva pra fazer o Linux crescer mais ainda e se tornar a segunda força nos sistemas operacionais. Basta ligar a TV e assistir um pouco para ver vários computadores sendo vendidos com Linux pré-instalado, isso sem contar os notebooks da HP rodando Ubuntu de fábrica! Quase desceu uma lágrima de emoção quando vi.

Qual sua distro Linux preferida e por quê?

Ubuntu. Porque para mim, quanto menos o usuário se lembrar do sistema operacional, melhor. Um sistema ideal é aquele que não requer configuração de nada, basta plugar e funcionar. Para mim, que sou designer, o computador é uma ferramenta, assim como um lápis ou uma caneta, e é essencial que ele gerencie todo o hardware bem e de forma simples, sem muitas configurações. É aquela velha história de usar o computador como uma geladeira: ligue na tomada e use, simples assim!
Sendo assim, me sobra tempo livre para fazer o que realmente interessa, que é criar.

Por que você pensou em criar o Tux Resources?

Quando comecei a mexer no mundo Linux, uma das maiores dificuldades que encontrei foi com relação a programas. Naquela época, o programa mais completo de gravação de CDs, por exemplo, era super complexo e nada intuitivo. Jogos bons para Linux então era difícil encontrar. Como existem inúmeros sites de downloads para Windows, mas quase nenhum para Linux, resolvi aproveitar essa brecha, fora que na época não havia nenhum site realmente bom de downloads para Linux em português.

Como foi sua criação? Você que o fez?

Na época eu era freqüentador assíduo do fórum LinuxBSD. Foi então que criei um tópico explicando minhas intenções, e pedindo por ajuda. Imediatamente meu grande amigo Drusian (um dos administradores do LinuxBSD) se ofereceu para ajudar, fornecendo um espaço no host do LinuxBSD e um banco de dados.
Instalei um phpBB e um mod de downloads que já não me lembro o nome. Era essencial, para mim, que qualquer usuário pudesse enviar novos programas e atualizar o conteúdo do site, projetando já para o futuro um site com vida própria. Mas o sistema phpBB era muito limitado para downloads, e mais tarde ocorreu a emancipação. O Tux Resources saiu dos servidores do LinuxBSD e foi para um host próprio, com o sistema Xoops e domínio próprio. Por conta de uma incompatibilidade entre os bancos de dados, tive de fazer toda a migração dos softwares manualmente (recadastrando tudo) e precisei de ajuda.
Várias pessoas passaram pelo Tux Resources, mas o maior destaque ficou com meu amigo Spook, que tenho contato via ICQ até hoje. Ele ajudou bastante nesse processo e tornou-se um moderador do site, e mais tarde administrador.
De lá para cá o Tux Resources cresceu muito, chegando a atingir cerca de 3 milhões de pageviews por mês, e isso foi muito legal!

O Tux era bom? Então porque acabou?

Quem pode dizer se o site era bom eram os usuário, não eu… rs. Mas como a vida possui altos e baixos, por falta de tempo, o Tux Resources ficou encostado, sem atualizações. Mesmo com pessoas enviando programas, era necessário moderar tudo, e 99% dos programas vinham com informações incompletas. Já estava difícil casar trabalho, faculdade, e diversos outros afazeres. Foi nesse período que eu comecei a contribuir com outros projetos como o Ubuntu Games, as traduções do Launchpad, a administração do fórum lusófono de Ubuntu dentre outros projetos menores.
No final das contas não sobrava muito tempo pra nenhum dos projetos, e decidi que era hora de passar a bola pra frente. Como o Tux Resources não possuia nenhum moderador ativo, para não deixar o site abandonado, achei melhor fechá-lo. Mas acredito que o Tux Resources teve seu papel, dando o pontapé inicial. Hoje já vejo muitos sites bons em português de downloads para Linux.

Como foi sua participação no IUG?

Até hoje não sei bem de quem foi a idéia original do projeto. Lembro que meu amigo Coringão (Carlos Donizete), que sempre foi viciado em jogos, queria criar um site sobre jogos no Ubuntu. Já a minha idéia inicial era criar um software de jogos online, com salas, mesas, chat, etc. Mais tarde, essa idéia evoluiu para um software que permitisse a instalação automatizada de qualquer jogo no Ubuntu Linux. Juntando as duas idéias, estava formado o Ubuntu Games, e, conseqüentemente o Instalador Ubuntu Games (IUG).
Criamos o projeto todo em Shell Script, que eu sempre gostei, provando o poder do terminal de comandos do Linux. Com a interface Zenity (que já vem instalada no Ubuntu) fomos modelando o programa aos poucos. Atualmente já não participo mais do IUG. Eventualmente dou meus pitacos e algumas contribuições, mas não posso me considerar mais membro do projeto.

Quais são seus planos futuros?

Contribuir com a comunidade é muito bom, traz muita experiência, e fornece toda uma bagagem. Mas infelizmente não tenho condições financeiras para me dedicar em tempo integral para isto (quem dera pudesse!). Então atualmente tenho dado prioridade ao trabalho, e somente nas horas vagas é que dou alguns pitacos no meu blog. O trabalho como designer gráfico e web tem sido muito gratificante, e percebo que meus clientes sempre indicam outros, e isso é muito bom.
Quem sabe mais para frente não dá pra contribuir um pouco mais né? Eu tenho vários projetos em mente, e muitos deles envolvem software livre. Mas por enquanto são apenas projetos… para um futuro, quem sabe…

Para terminar, uma palavra final para os leitores:

Um pouco de marketing básico para ajudar a divulgar o Linux:
Quando algum usuário recém chegado do mundo do mal lhe perguntar “qual o melhor linux?”, não seja poético, mas sim direto. Indique logo uma distribuição simples como Ubuntu / Fedora / SuSE. Quanto maior a liberdade de escolha, mais perdido um novato se sente. Experimentar novos “sabores” de Linux é questão de tempo para que a curiosidade chegue, acredite!
E lembre-se: Você não usa Linux apenas por que ele é livre, você usa ele porque ele é melhor!




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