27
Nov
09

Talvez eu seja otimista demais…

Houston… we got a problem… a big one. But it’s about to end.

Por anos o Linux foi o ambiente perfeito para servidores, mas péssimo na mesa do usuário final. Hoje isso está mudando… o que nos espera nos próximos anos?

Muitas pessoas não percebem… mas o Software Livre está se desenvolvendo numa velocidade cada vez maior…

e maior…

e maior…

Talvez eu seja louco… ou apenas otimista demais… mas acho que grandes revoluções estão vindo por aí.

Faça sua parte a mude o mundo!

22
Nov
09

Grandes jogos para Linux

Existe muito blábláblá sobre Jogos para Linux. O problema é que pouca gente faz seu dever de casa… Existem pouquíssimos bons jogos gratuitos para Linux, mas existem ótimos jogos comerciais. E não posso reclamar. Seria muito bom se houvessem mais jogos gratuitos, mas defendo o direito das produtoras de cobrarem pelo seu produto, quando o preço é justo.

Vou começar uma série de posts sobre bons jogos comerciais (ou não) que encontro pela internet. Espero que gostem e se divirtam. E se possível, no caso dos jogos comerciais, comprem. Alguns jogos custam apenas R$ 30,00! Indiretamente quem compra jogos para Linux ajuda a influenciar os desenvolvedores. Cada vez mais produtoras estão portando seus jogos para Linux porque nós, usuários do Linux, somos mais honestos e pagamos pelos jogos, como é o caso do Worl of Goo.

Passe essa ideia em frente!

Já fiz uma resenha sobre o World of Goo alguns meses atrás, em breve farei muitas outras! ;)

19
Nov
09

No Lucid sai GIMP e entra Pitivi

Os desenvolvedores do Ubuntu estão radicalizando novamente! Dessa vez eles decidiram remover o GIMP do pacote padrão. Assim quem precisar do GIMP, no Ubuntu, vai ter que baixá-lo. Estranho? Sim… mais estranho ainda é a alternativa: F-Spot. A justificativa é que ambos os programas fazem a mesma coisa: editar fotos. Lógico que eles não são iguais… mas o usuário regular não precisaria do GIMP para 99,9% do seu trabalho. O F-Spot também está contra a parede. É bem possível que ele seja trocado por outro programa mais leve e simples. Mas minha aposta é que ele continuará.

Na minha opinião essa foi uma sábia decisão… o GIMP é um programa profissional. Ele é bastante simples de usar, mas para o público geral (acostumado com o MS Paint) ele é muito complicado. Além disso colocá-lo na pacote padrão

Em contra-partida o PiTiVi… sim… esse mesmo, poderá vir na instalação padrão. Eu concordo que o Ubuntu precisa de algo assim. Mas discordo que esse programa deve ser o PiTiVi! Já experimentei ele algumas vezes e minha conclusão é: um ótimo programa no que ele faz, que é quase nada. Existem outras alternativas como o OpenShot, mas na verdade o Linux carece (e muito) de um bom programa de edição básica de vídeos livre.

Leia mais aqui.

17
Nov
09

Ubuntu One, sim!

“Ubuntu One é sua nuvem pessoal”, assim definiu Joshua Hoover, administrador do projeto. O Ubuntu One não é um simples programa, ele é uma promessa. Ninguém sabe exatamente o que esperar dele, mas parece que realmente teremos grandes projetos, como a Ubuntu One Music Store.

Sincronizar arquivos

Antes de mais nada é bom explicar o que é o Ubuntu One, não sei se existe um termo apropriado para a tarefa que ele executa, então é melhor explicar como ele faz o que faz. Basicamente o Ubuntu One sincroniza qualquer arquivo que você tenha dentro da pasta Ubuntu One com o servidor. Assim você pode acessar esses arquivos onde quiser pelo Ubuntu ou pela página na internet.

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Tudo começa simplesmento clicando “abrindo” o Ubuntu One. Uma página irá abrir (isso pode demorar alguns segundos) e você terá que logar com sua conta no Launchpad ou criar uma nova. Depois de se logar o Ubuntu One irá criar uma conta na sua Pasta pessoal.

Destaque

Para sincronizar arquivos com o Ubuntu One basta enviá-los para a pasta Ubuntu One. No momento em que os arquivos forem enviados uma notificação informará que os arquivos estão sendo sincronizados.E ao fim, quando sincronizados ele também mostrará uma nova notificação mostrando que os arquivos foram sincronizados.

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img_arquivos

Acima a imagem da página do Ubuntu One para arquivos.

Uma demonstração em video:

O Ubuntu One ainda disponibiliza a sincronização de Notas, Contatos e Favoritos do Firefox com pouca ou nenhuma configuração. Todo o processo de instalação e mais informações você pode conferir na Wiki do Ubuntu Brasil.

17
Nov
09

Ubuntu One Music Store

Acredite se quiser… a Canonical planeja lançar um projeto chamado Ubuntu One Music Store. Até agora tudo que sabemos sobre esse projeto é:

O projeto Lucid Music Store tem o objetivo de trazer a habilidade de adquirir músicas por um reprodutor de músicas. (Tradução livre)

Ninguém sabe coisa alguma sobre esse projeto. Especuladores dizem que possivelmente esse projeto usará a Amazon MP3 Music Store, já que esta possui cliente nativo para Linux e suporte específico para Ubuntu. Mas é pura especulação.

Em breve mais informações… em breve.

16
Nov
09

Em breve Controle Parental no Ubuntu

Tudo indica que na próxima versão do Ubuntu contaremos com um controle para pais (Parental Control). Até então o Ubuntu não vinha com essa ferramenta e muitos pais ficavam com as mãos atadas em relação ao que seus filhos podiam ver na internet.

Para ter mais informações sobre o projeto (que ainda precisa amadurecer muito) clique aqui.

13
Nov
09

Casamento e afins

Um texto extraído do meu blog sobre assexualidade:

Um bom casamento é aquele no qual o parceiro é um amigo.

Não existe simbiose…

Não existe mística…

Não existe mágica…

Em relações pessoais sempre somos amigos. Não existe outra condição relacional.

Os filhos na verdade são amigos dos pais. O nível relacional filho só existe como elemento cultural. Mas o amigo é inerente à relação social humana.

Qualquer nível relacional criado pela nossa cultara só gera outros problemas sociais. Um filho amigo é um ótimo filho, mas um filho filho é um grande problema!

Um filho filho não gosta dos pais. Eles mal se conhecem. Não se gostam. Não se sentem. Há apatia, a indiferença. E toda relação é composta por pressões sociais e barganhas em investimentos financeiros e psicológicos.

Um bom casamento ocorre entre dois amigos.

Mas nunca na história humana o casamento funcionou nas bases do amor, da sinceridade, da pureza de coração, da empatia e da razão. Talvez… talvez tenha existido algum casamento assim… talvez.

O que vejo hoje são pessoas ligadas pela dependência financeira; pela opressão social; pelas leis dos homens; pelas leis das religiões; pelo medo da solidão; pelo “elo” familiar; pela normalidade; pela obrigação existêncial; pelo medo da felicidade; pelo medo da liberdade; pela ilusão e até mesmo… pela força.

Bem… não tendo forças para dizer mais do que o que foi dito…

PENSE NISSO!

Por todo aqueles que sofrem em silêncio.

Leia mais clicando aqui.

11
Nov
09

Um monopólio do Ubuntu seria melhor?

Nesses últimos dias o Ubuntu tem feito muito sucesso. Não pelo lançamento do Karmic Koala, mas sim pelo seu crescimento. Bem… todo mundo já sabe que o Ubuntu é a distribuição que faz mais sucesso. Mas o que ninguém esperava era que fizesse tanto sucesso.

Gostaria de saber a sua opinião sobre a seguinte pergunta: O que você acha do Ubuntu tendo 90% do mercado de computadores rodando Linux?

Deixe seu voto e se posível justifique-se nos comentários.

;)

05
Nov
09

Sistema, normalidade & Cia

Vamos começar com algumas definições que não cheguei a fazer antes e por isso algumas coisas não ficaram claras.

Quando falamos do “Sistema” podemos estar falando de qualquer coisa. Cada um tem sua própria visão sobre o que é o Sistema, mas de uma forma geral nos referimos a ele como a mídia e/ou o governo. Para mim o sistema não se trata disso. Quando falei do sistema estava falando na verdade da normalidade. A normalidade é a lei social. Os que a obedecem são normais.

O suposto sistema do qual muitas pessoas falam se referindo ao governo e/ou mídia não passa do reflexo da normalidade. Antes de haver qualquer forma de governo houve a normalidade, os seres humanos naturalmente tendem a estabelecer suas leis sociais. Se formos analisar bem veriamos que o governo e a mídia são completamente impotentes por si só. Um único homem não poderia vencer uma gerra… ele precisa de pessoas. São essas pessoas que vencem a guerra, não a instituição militar.

Se formos analisar por esse princípio veríamos que problema gigantesco está em nossas mãos, porque inevitamentel tendemos ao sistema, ou seja a normalidade…

Querer estabelecer leis sociais não é necessariamente um problema. O problema está no homem que não usa as leis para o servir, mas sim serve a lei que ele criou. Isso já aconteceu várias vezes na história humana, mas é na normalidade onde encontramos os maiores conflitos sociais. Eu não poderia fazer uma lista dos casos mais clássicos dos efeitos da normalidade porque essa seria imensa. Basta observar o racismo. Antes da mais nada o racismo era (e para muitos ainda é) uma normalidade. Ser racista era ser normal. Estranho, ou anormal era ser contra o racismo e aceitar a todos.

Hoje sabemos muito bem o quanto o racismo é patético e desprezível, mas a 200 anos atrás ser racista era normal. Poucas pessoas naquela época podiam ver na sua frente um simples homem de pele escura. O que eles viam era um protótipo de um monstro que eles sentiam nojo e vontade de bater.

O racismo virou crime… mas a normalidade continua existindo. E as pessoas continuam sofrendo por não fazerem parte da normalidade. Na verdade ninguém é de fato normal, todos possuem suas particularidades que os fazem anormais. Mas ninguém quer ser anormal é como ser doente, depravado, estranho, tosco, burro ou seja lá mais o que for. Todos sentem uma forte necessidade de ser normal, mesmo sem saber exatamente o que é isso. Então ser normal se torna ser igual… assim fica muito mais fácil ser normal. Mas quem é igual?

Um bom exemplo é minha própria vida. Sou assexual, logo sou anormal. Mas as pessoas não suportam isso… sentem raiva, alguns ficam indignados querem zombar de mim outros sentem até vontade de bater. Mesmo que eu não tenha feito coisa alguma. Pode parecer estranho, mas muitas pessoas se comportam assim. Não sofro com isso porque aprendo a lidar cada dia mais com as pessoas. Mas muitos outros assexuais sofrem muito, profundamente. Alguns até entram em depressão, outros tentam se matar. E uma outra parcela sofre mais do que todos… porque querem ser normais.

Infelizmente para entender o que digo é preciso ter sensibilidade, o que em dias atuais é algo raro e sumindo. Os efeitos da normalidade não são tão catastróficos hoje e a cada dia irão ficar mais discretos. Não sei aonde isso vai parar, infelizmente não tenho controle sobre isso, ninguém tem. Mas minha intenção aqui é só esclarecer duas coisas: o que chamo de Sistema e os efeitos da Normalidade.

Espero que você possa entender. E quem sabe o mundo muda um pouco.

 

 

 

 

04
Nov
09

“A moral das multidões”, por Alessandro

Texto reflexivo… leia e pense,
óbviamente.

O que mais me assusta na moralidade dos dias de hoje – na suposta moralidade dos dias de hoje – é que para sua defesa lança-se mão quase sempre de instrumentos imorais.

O apedrejamento e o linchamento, psicológico e físico, só são diferentes entre si porque em um deles não enxergamos os paus e pedras.

Porém, basta que surja um pau ou uma pedra para que a primeira modalidade se transforme entusiasticamente na segunda.

E se os instrumentos para o resguardo de determinado costume são imorais só posso supor que esse costume também é imoral. O ambiente onde ele se pratica é imoral. Aqueles que o praticam são, em verdade, imorais.

Assim, quando praticada em grupo, a moralidade se converte muito mais facilmente em vício que em virtude. A multidão é quase sempre moralista.

A aprovação e a proteção do grupo são suficientes para o nascimento simultâneo de mil santarrões, com dedos a apontar para a forca, a cruz, a fogueira, a guilhotina ou para seja lá o instrumento moralizante favorito da época. O YouTube, talvez? O Twitter? O seu blog quem sabe?

O maior prodígio relatado na Bíblia não foi fazer um morto acordar, mas conter um bando de moralistas prestes a apedrejar uma mulher.

É assustador, nas multidões, como as responsabilidades individuais não se somam e o cuidado com os indivíduos que a compõe não se intensifica. Ao contrário. As responsabilidades se diluem, os cuidados se esvanecem.

Nos eventos que se deram nesta semana, dizendo respeito ao comprimento maior ou menor da saia de uma estudante, não assistimos apenas ao linchamento moral de um desses indivíduos por conta de centímetros de pano. Assistimos à comprovação de que nossa educação está formando não seres humanos, mas multidões.

De um modo simples, pelo que vi, eu entenderia que é justificável agredir em bando uma pessoa se ela estiver, sob o ponto de vista desse bando, trajada inadequadamente.

O que seria de Leila Diniz (1945-1972) nos dias de hoje?

Em um ambiente onde deveriam reinar as luzes do discernimento, viu-se as trevas da ignorância. Temo não se tratar do caso isolado de uma instituição de ensino de terceiro grau.

Ultimamente, prefiro, com léguas de vantagem, ver uma multidão em uma orgia a uma multidão provinda de uma universidade.

Texto original do Livros e Afins.




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